Mãe!...



Dói minha mãe!...
A Rosa rubra
que traz este preito
cheio de espinhos
a dilacerar meu peito...


Há recordações deixadas
e estão marcadas
em horas sem ti!...
Distâncias criadas...
Flores amarfanhadas
carinhos perdidos
de tão afastadas,
sorrisos não lidos,
por mim e por ti.


Dói minha mãe!...
Afagos deixados
vivências perdidas
que vão vida afora
em queixas sem fim...


Mas obrigada mãe!...
Porque me deste o ser
me deixaste nascer
e caminhar assim.


Abraço-te mãe!...
Porque vamos renascer
e não iremos perder
oportunidade assim


Meu amor pra ti ó mãe!...
E peço ao Senhor da Vida
Que sempre que andares perdida
Ele te dê Sua mão...
E eu a ti peço perdão,
Eu te amo minha querida.


Que o meu pranto te ilumine
E a MARIA de Nazaré eu imploro
Que tantas lágrimas juntas
Possam florir em sorrisos
De braços largos se abrindo
E carinhos sem ter fim.


ALUENA

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